23 de dezembro de 2015

Quer entrar no clima do Natal com um filme incrível? Confira abaixo por que você tem que assistir simplesmente amor!

É um filme lindo, tem comédia, romance, ação, drama, paixão tudo em um filme só, são várias histórias de amor todas interligadas e que se passa antes do Natal.

É um filme maravilhoso, meu filme favorito da vida. Cada vez que você assiste fica impressionado com um detalhe ou outro. Fala de amor de pai para filho, de amor de amigos, de amores inusitados, maduros enfim, é lindo.

Não tem nem como eu começar uma sinopse por que são tantos histórias, tantos detalhes que é injusto deixar algo de fora!

O elenco é maravilhoso, tem Colin Firth falando português, o Hugh Grant, a Emma Thompson o Bill Nighy como um cantor de rock falido (melhor personagem) enfim é maravilhoso!

A mensagem do filme é maravilhosa que tudo que importa é o amor, tem uma trilha incrível e a forma que as pessoas são interligadas por um único sentimento é foda demais. Sabe aquela sensação boa que dá depois que você assiste um filme fofo? Você vai ficar com ela durante todo o filme.

Eu tenho o dvd dele e já assisti tanto que sei de cor as falas, já assisti milhões de vezes e até com os comentários dos atores e do diretor (louca eu sei kkk)

Enfim, acho que esse filme é lindo e deveria ser obrigatório passar todo Natal kkk

Confiem em mim, vocês não vão se arrepender.

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  • 30 de setembro de 2015

    Se agosto demorou três anos para passar, Setembro passou voando. Agora é só ladeira abaixo e logo chega natal hehe. Se você perdeu alguma postagem nesse mês correria (ou tá chegando agora), fiz um resumão do que rolou aqui no mês de Setembro.

    Decor:

    Começamos o mês com dicas para cabeceiras de cama. Para conferir clic aqui.

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    Aprendi a gostar de amarelo, falei um pouco sobre minha nova paixão aqui e mostrei várias dicas de ideias para decorar usando essa cor.

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    Também falei do meu sonho de ter um lavabo chic e mostrei algumas dicas e projetos que eu já fiz de lavabos aqui.

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    Tem um pé de máquina dando bobeira aí? Eu tenho rsrs confira aqui algumas dicas de como usar eles na decoração.

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    Sabe aquelas coisas que você olha e de cara pensa, lindo mas não lá em casa? Falei um pouquinho de coisas que só funcionam em revista aqui.

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    Diferente do post acima, revestimentos 3d dão super certo e são lindos. Falei deles aqui., com dicas de onde e como usar.

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    Por ultimo, mas não menos importante o post queridinho do mês, o mais pedido. Salas pequenas. Confira aqui.

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    Diversos:

    Quer uma dica de série pra assistir, confere meu post sobre Downton Abbeya aqui, se não quer dica de série confere mesmo assim que nesse post aqui eu mostro as decorações lindas dos ambientes da série. E o castelo real onde ela é gravada.

    DIRECTINPUT~ This image has been directly inputted by the user. The photo desk has not viewed this image or cleared rights to the image. The image will be purged from Merlin in 14 days unless it is outputted for production or arrangements are made with the photo desk. Downtown Abbey photos. credit Highclere Council

    Esse mês li bastante livros, mas misteriosamente só resenhei um aqui. Temporada de caça aberta.

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    Mas se você quer dicas do que ler, fiz um post com leituras bacanudas para ler na primavera aqui.

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    Vi poucos filmes ( o bacana é que sei o que fiz na minha vida através do blog rsrs) Mas fiz uma resenha do filme Sniper americano aqui, um filme de macho mas que as mocinhas também podem gostar.

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    Foi isso que rolou no mês de Setembro. Fiquem ligadinhos que toda Segunda, quarta e sexta sempre tem post novo por aqui. Sigam a página do blog no face para não perder nenhuma postagem só clicar aqui ou ali no box do ladinho. Além de sempre ter conteúdo exclusivo só para quem segue no face.

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  • 11 de setembro de 2015

    Temporada de caça aberta é um chik lit, devo dizer que eu amo esse estilo de livro, mas tô um pouco de bode por que convenhamos a formula é sempre a mesma, analisa:

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    Mulher por volta dos 20 aos 30 anos com um trabalho que não gosta e problemas no relacionamento. Normalmente terminou um relacionamento e está e está tentando superar o fim, só se relaciona com caras errados. Tem uma (ou mais) melhor amiga que é a voz da razão.

    Segundo o instituto Camila Goes de pesquisas literarias, 99,9% dos chik lit se encaixam nessa descrição e é claro, temporada de caça se encaixa nessa porcentagem.

    O livro fala sobre Jack, uma mulher na casa dos 20 anos que largou tudo para ir morar em Boston com seu namorado Jeremy, que adivinha decidiu largar tudo e ir viajar para “se encontrar”. Jack não consegue esquecer Jeremy e declara aberta a temporada de caça, ela decide que vai encontrar um novo amor para esquecer o ex. Como não poderia deixar de ser, ela se envolve com muitos caras errados, e com a ajuda das amigas vai passando pelos casos da vida.

    Não se deixe contaminar pelo meu mal-humor hehe o livro é bem divertido e tem passagens muito engraçadas. Ele é narrado em primeira pessoa e o tempo todo durante os diálogos vemos o pensamento de Jack.

    Destaco a parte que ela manda email para as duas melhores amigas com o mesmo assunto só pra saber a opnião de cada uma, super vida real.

    Sobre o livro em si: Achei bem qualquer coisa, a autora no final até agradece a pessoa que fez a capa e eu só consigo pensar: sério? As letras são ok, e as páginas são brancas (prefiro as amarelas) mas nada que atrapalhe a leitura.

    Enfim apesar dos clichês dos clichês, vale a leitura pra quando você quer se distrair.

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    Quatro estrelinhas por que estou de bom humor hoje hehe.

     

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  • 25 de junho de 2015

    De volta pra casa é um livro de memórias do escritor John Grogan autor de Marley e Eu.

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    Confesso que comprei só por conta do autor, li a algum tempo Marley e Eu e gostei muito do estilo de escrita de John. O estilo é bem parecido com o primeiro livro do autor, bem pessoal com momentos que alternam entre a diversão e momentos mais sérios.

    Os pais de John são católicos fervorosos e ele começa o livro contando sobre a sua infância e as trapalhadas causadas pela fé de seus pais.

    Durante a adolescência ele começa a questionar a fé de seus pais e chegando a vida adulta sua fé é bem abalada, mas ele volta a acreditar devido muitas coisas que acontecem com sua família.

    O começo é um pouco arrastado, mas depois a leitura te envolve de um jeito muito bacana. Há uma breve menção sobre o Marley e as consequências do livro, fiquei um pouco decepcionada pois queria ver mais do Marley hehe.

    O livro é bem bacana, vale a pena a leitura cheguei a ficar com lágrimas nos olhos em alguns momentos, é o tipo de livro que te faz repensar seu relacionamento com seus pais.

    Sobre o livro em si: Capa bonitinha, poderia ser melhor, fizeram muito bem em escrever na capa que ele é o autor de Marley e Eu, caso contrário eu nem me interessaria pelo livro. Páginas amareladas, fonte e espaço bom. O livro ainda mostra umas fotinhos preto e branco.

    No geral Quatro estrelinhas!images (4)

     

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  • 18 de maio de 2015

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    Ficha Técnica:

    Título original: Cinderella

    Lançamento: 2015

    Direção: Kenneth Branagh

    Elenco: Lily James; Cate Blanchett, Helena Bonham Cartere Richard Madden

    Eu estava muito ansiosa para ver Cinderela, demorei um pouco por que meu noivo se recusou a assistir comigo kkk e tive que achar um tempinho para ver sozinha.

    Posso dizer que o filme me decepcionou um pouco, esperava uma releitura e não uma história bem igualzinha a animação da disney que eu cresci assistindo. Poucas coisas foram mudadas, a historia em si é bem parecida com animação.

    Sobre os atores: Não conhecia a menina que interpretou a Ella, achei ela perfeita para o papel, o rostinho dela passa a ingenuidade que a personagem exige, ela é muito linda.

    Richard Madden faz o príncipe conheci graças a Game of trones e posso dizer que ele foi um grande incentivo para ver o filme pois acho ele lindo hahaha, vale dizer que esse cara devia ser príncipe ou rei na vida real por que ele nasceu pra isso vem ser rei aqui em casa aloka.

    Cate Blanchett rouba a cena como rainha má, que classe que elegância, como toda vilã deve ser, que mulher.

    Helena Bonham Carter faz a fada madrinha, só conheço ela pelas roupas doidas que ela usa nos red carpets da vida e por ser esposa do Tim Burton. Fiquei triste por que as palavras mágicas dela não são iguais a do desenho.

    O que eu não gostei:

    – Ella é muito doce, ingenua, gentil e fofa e é claro as irmãs e madrastas abusam da boa vontade dela, pelo trailer espera uma mocinha mais forte, eu por muito menos já tinha mandado todas elas a merda kkkk.

    – Amei a escolha do príncipe, sério, ele é muito fofo, o sorriso, o olhar, ai ai, enquanto Ella aceita tudo que fazem com ela por conta de uma promessa que fez aos pais em que seria corajosa e gentil, o príncipe vai contra o pai e diz que vai se casar por amor e não por interesse oin, como não amar?

    – Os figurinos, sério, todos os vestidos da madrasta e da Ella são divinos. O vestido do baile parece uma pintura de tão maravilhoso.

    – Os cenários, lindo, castelo, a casa da Ella, os campos, tudo maravilhoso.

    – A cena clássica onde a fada madrinha “veste” a Cinderela com o vestido azul me lembrou muito a do desenho, gostei muito. A dança no baile é incrível, você vê o movimento do vestido.

    O que eu não gostei:

    – Novamente sobre ser tudo tão igualzinho ao desenho, gostei mais não gostei kkk

    – Ella conversando com ratos, oi? quem conversa com ratos? que coisa mais nojenta Brasil.

    – A trilha da Cinderella é muito linda, não entendi por que não usaram as canções da animação no filme.

    Enfim, vale a pena, a mensagem que o filme passa é muito fofa, mas pra quem é novinha e não nasceu no seculo passado feito eu rsrs recomendo esse aqui:

    Por que Drew Barrymore  sempre será Cinderella no meu coração! Essa sim é uma Cinderela forte que não aceita tudo de cabeça baixa!

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  • 19 de março de 2015

    Mais um livro que li através do Livro Viajante no skoob, e nem preciso dizer que amei. Recebi ele em dezembro e estava muito empolgada para ler, mas tinha outra leituras na frente e não quis furar a fila. Quando peguei para ler não me arrependi. Minha mãe havia lido antes de mim e amou.

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    Esther Grace foi diagnosticada com câncer aos 12 anos, e o livro narra a vida dela após essa descoberta, o livro foi organizado através do diário de Esther, depoimento de amigos, desenhos dela, depoimentos de seus pais. Tudo muito delicado e bonito.

    É impossível não se apaixonar por Esther (seu nome significa estrela), pra quem não sabe, Jonh Green se inspirou em Esther para criar a personagens Hazeal Grace de seu sucesso A culpa é das estrelas. Apesar do livro não ser a história de Esther, dá pra ver claramente que ela foi a grande inspiração.

    Esther é louca pelo Harry Potter, e fã de John Green, e devido a dificuldade de sair de casa por conta do oxigênio que usa encontrou na internet grandes amigos, e fez da internet sua grande aliada. Esther amava sua família mais que tudo (ela tem 2 irmãs mais velhas e 2 irmãos mais novos), a família abriu mão de muita coisa pra cuidar dela, e algumas vezes ela se sentia até culpada por isso.

    O livro é bem pesado, não cheguei a chorar, mas se você é sensível isso pode acontecer kkk.

    Sobre o livro em si: A capa é fofa com uma foto de Esther sorrindo, o livro tem uma introdução de John Green (eu sou suspeita pois tudo que li dele até agora gostei muito) e como eu falei é como um diário mesmo, cheio de desenhos, bilhetinhos dela para os pais, geralmente as páginas escritas por Esther são Brancas, depoimento dos amigos verde e dos pais são dos pais, enfim, muito lindo! Acredito que a versão em inglês deve ser mais fofa ainda, pois os bilhetinhos de Esther não precisariam ser traduzidos.

    Esther se preocupava muito em não estar ajudando as pessoas devido a sua doença, mas mal sabe ela que inspirou( e continua) muitas pessoas.

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    “Espero que você esteja fazendo a diferença para alguém hoje.”pg 251

    Numa escala de 1 a 5, Esther merece todas as estrelas!

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  • 5 de março de 2015

    Dizem que por trás de todo grande homem, sempre existe uma grande mulher. Essa sentença não poderia ser mais verdadeira para descrever essa história.

    Ganhei o livro que inspirou o filme de natal do meu noivo e fiquei muito feliz, pois ele escolheu o livro sozinho, quero muito ler, mas como ainda não rolou, assistimos o filme e vou contar aqui um pouquinho do que achei.

    O filme (e o livro) contam a historia de amor do físico Stephen Hawking e sua esposa Jane Hawking.

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    Jane (interpretada por Felinity Jones) e Stephen (interpretado por Eddie Redmayne) se conheceram na universidade de Oxford, logo se apaixonam, mas ele descobre que tem ELA (esclerose lateral amiotrófica) aquela doença do desafio Bucket Challenge (desafio do balde de gelo). Os médicos deram para ele 2 anos de vida, ,mas contrariam as expectativas ele tá ai vivão até hj rsrs

    Hawking nunca perdeu o bom humor, conseguiu continuar seus estudos, terminar sua tese e Jane sempre cuidou dele não impontavam as adversidades, as atuações são impecáveis, não é atoa que Eddie ganhou o oscar.

    Emfim, o filme conta toda a história deles, é um belíssimo romance e uma puta lição de vida pra quem vive reclamando dos problemas (eu). Vale super a pena assistir. Quero muito ler o livro e é claro depois que ler venho aqui contar tudo.

     

    Beijos e Até!

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  • 4 de março de 2015

    O segundo livro de 2015 já foi mais empolgante que o primeiro, (você pode ver resenha do primeiro aqui )

    Li esse livro através do grupo Livro Viajante no Skoob, e olha, adorei.

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    Dani M. é uma jovem de 28 anos que tem um emprego inusitado, ela trabalha na empresa Sua grande chance, é uma empresa de término de relacionamentos, sim Dani é paga para fazer aquilo que ninguém gosta de fazer, terminar relacionamentos sejam eles amorosos ou profissionais.  Após uma desilusão amorosa, Dani aceita esse emprego inusitado, porem ela ter vergonha de admitir o que faz, e isso é claro vai trazer muita dor de cabeça para ela no futuro.

    Para que tudo corra bem, a empresa tem uma série de regras, sendo a mais importante delas “Não se envolva pessoalmente. Essa é a regra mais importante e deve ser seguida à risca, acima de todas as outras.”

    Mas  uma série de acontecimentos (que eu não vou contar para não estragar a leitura de quem não leu) obrigam Dani se envolver em quase todos os casos e não consegue deixar a regrinha principal de lado.

     

    “Não existe uma forma confiável de medir o tempo que leva para curar um coração partido.” pag 18
    Dani é como toda protagonista de chiklit, atrapalhada, e isso acaba nos cativando ao longo do livro e fazendo com que a gente torça para ela. O livro é bem clichê, mas não deixa de ser divertido, dei muita risada, torci muito por ela e tive vontade de dar uns tapas em determinadas situações.

    Os personagens secundários também são igualmente fofos (ok, alguns são odiosos kkk) bem próximos do mundo real.

    Lá pela metade do livro eu já sabia o que ia acontecer, mas nada que tire a graça do livro.

    Como eu disse, o livro que eu li foi através do grupo Livro viajante no skoob, a capa é muito fofa, a diagramação é ótima, as páginas são amareladas e tem um ótimo espaçamento. Os capítulos não são longos e logo no topo tem uma citação de algo que tenha haver com o capitulo, como regas da empresa, clichês de fim de namoro. Só achei ruim a forma que a autora escreveu os diálogos e pensamentos dos personagens, tudo foi feito por meio de aspas, o que deixava a leitura um pouco confusa, as vezes eu tinha que voltar e ver se a Dani tava só pensando ou se ela falou aquilo mesmo.

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    “As pessoas sempre estão prontas para relacionamentos. Quando dizem que não estão, é por que ainda não encontraram a pessoa certa.” pag 196

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    Numa escala de 1 a 5 estrelinhas, 4 estrelas pra esse lindo!

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  • 2 de março de 2015
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    Fonte: http://teoriadavaidade.blogspot.com

     

    Como é difícil resenhar um livro quando a gente não gosta dele. O meu primeiro livro do ano não foi nada legal, comecei o ano lendo Dorothy on the rock, o livro narra o dia-a-dia da Maggie que tem 41 anos e é uma atriz/cantora frustada, interpreta personagens em teatro infantil ( incluindo Dorothy), vive em crise existencial, fuma e bebe além da conta.

    O livro não desenvolve, demorei muito para ler e sinceramente só terminei por que uma amiga muito querida disse ser o livro favorito dela, o tempo todo eu pensava que o livro ia melhorar. Mas não, pelo contrário não acontece absolutamente nada, a autora narra o dia-a-dia da Maggie, mas tudo de forma muito chata, não acontece nada relevante, quer dizer, até acontece, mas você já está tão chateada pela leitura que acaba não aproveitando nada.

    Eu imaginei pelo título que teria algo haver com a Dorothy do mágico de oz, mas não, não tem ligação nenhuma com a história. Somente o fato dela interpretar a Dorothy no teatro.

    Sobre o livro em si: A diagramação é boa, as folhas são branquinhas, mas estava tão de mal com o livro que não curti nada rsrs, a capa e contra-capa são fofinhas também.
    A unica coisa legal são as notas mentais que a autora acrescenta ao longo do livro.
    Enfim, não recomendo a leitura.

     

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    Fonte: http://teoriadavaidade.blogspot.com

    Numa escala de 1 a 5 Estrelinhas ele ganha:

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    Ganhou duas estrelinhas, com muita boa vontade por que a vontade era dar uma só rsrs. Não recomendo a leitura, mas é aquela coisa né minha amiga leu e curtiu, eu odiei se você quiser dar uma chance pra ele…

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  • 19 de fevereiro de 2015

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    Primeiro antes que me taquem pedras, preciso dizer que não sou uma grande fã da trilogia cinquenta tons, li o primeiro livro por curiosidade por que estava todo mundo lendo (sou dessas), mas achei mal escrito e com cara de romance de banca, sabe tipo Sabrina, Bianca, Julia essas coisas. Por esse motivo não continuei com a leitura dos livros subsequentes, uma amiga me contou e me dei por satisfeita.

    Mas eis que o filme estreou no Brasil (e no mundo) e o mundo se dividiu em dois, quem amou os livros e queria muito ver contando os dias para a estréia e quem odiou e xingou muito no twiter não queria ver, eu fiquei numa terceira categoria, a categoria dos curiosos rsrs.

    Enfim, chega de blá blá bla que eu tô aqui pra falar o que eu achei.

    Os atores: Rolou muita polêmica na escolha dos atores, muita gente foi cogitada, muitos desistiram e por fim ficou defino que os atores seriam Jamie Dornan como Sr. Grey e Dakota Johnson como Anna. A principio não gostei das escolhas, ambos eram desconhecidos para mim então só julguei pela cara kkk. A partir do momento que os trailer começaram a sair achei que os dois não tinham a menor química, maaas mordi a língua quando vi os dois em cena, eles combinam super, ela tem o ar de ingenua da Ana e ele o olhar psico do Grey.

    LivroxFilme: Tanto eu quanto a minha amiga que lemos o livro achamos o filme bem fiel, as cenas importantes estão lá, os diálogos mais emblemáticos, claro que faltam algumas partes, o livro sempre é mais detalhado. Outro ponto, um dos motivos que não gostei do livro, é que a narração é da Anastácia, e convenhamos ela é chata pra dedéu. O filme ficou mais dinâmico e pasmem, achei até ela divertida rsrs.

    Considerações finais: O filme é baseado no primeiro livro, e pelo final vai ter continuação sim e se reclamar vai ter dois, achei o final bem estranho, se não tivessem acendido a luz do cinema eu tava lá até agora rsrs, inclusive ouvi muita reclamação do povo no cinema, no fim achei um filme válido como entremetimento, não é um filme digno de oscar, mas vale pra ver com as amigas e dar risada. Não é um filme que eu vou parar pra ver de novo e está longe de entrar pra minha lista de preferidos, mas como eu falei, dá pra ver com as amigas e dar risada.

    Vi muito casal no cinema, mas acho que não é o filme ideal para ver acompanhado do namorado rsrs.

    Menção honrosa para a trilha sonora que tá massa demais, inclusive a versão Crazy in love da Beyonce que pra mim protagonizou a melhor cena do filme (assista e confirme).

     

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